Nem toda avaliação de maturidade precisa de consultoria de três meses. Algumas perguntas bem escolhidas já mostram onde a área de TI está exposta, e servem para decidir onde investir primeiro.
As cinco perguntas
- Você sabe qual sistema é crítico para faturar amanhã, e quem é o dono dele?
- Existe inventário atualizado de ativos, contratos e licenças?
- Os acessos são revisados periodicamente e o desligamento revoga tudo no mesmo dia?
- Existe backup testado com tempo de recuperação acordado com o negócio?
- Você tem indicadores de disponibilidade e de incidentes dos últimos seis meses?
Três ou mais respostas negativas indicam que a TI está operando no modo reativo. Isso não é falha de time: normalmente é consequência de crescimento sem processo, aquisições ou anos de decisões pontuais.
O que fazer com o resultado
A tentação é resolver tudo ao mesmo tempo. O caminho que funciona é sequenciar: primeiro o que pode parar a empresa, depois o que gera retrabalho, depois o que melhora experiência. Cada etapa com dono, prazo e evidência de conclusão.
Maturidade não é ter mais ferramentas. É ter menos surpresas.
Se a avaliação mostrar mais de uma frente crítica, um diagnóstico estruturado evita compras erradas e organiza o investimento em uma ordem defensável para a diretoria.





